Eiiii minha gente!
Está aí o tão esperado artigo "A espera de um milagre" do jornal "Inédito: Hoje e Nunca Mais" na ÍNTEGRA!
Espero que todos gostem e que eu consiga atingir o objetivo exposto no texto. E principalemente, não magoar nem prejudiar ninguém.
Peço a todos que conhecem o caso, não citar nomes ao comentar!
Desde já, muito obrigada.
A espera de um milagre...
Ultimamente tenho conseguido controlar meus impulsos e ficar em silêncio em situações que contrariam minha noção de certo e errado. Mas, há momentos que uma pessoa não pode se calar, sobretudo perante injustiça a terceiros.
Penso que não vem ao caso contar-lhes todo o incidente que me fez perder a calma e nem com quem, mas não é correto ficar calada agora. Em suma, uma professora xingou o curso, por não ter disponível um data-show para os alunos apresentarem trabalho, e os alunos, por não apresentarem seus trabalhos com recursos visuais. O segundo motivo me irritou profundamente, a ponto de “descer do salto” e respondê-la, no mesmo tom, que a apresentação visual existia, porém não era eu quem havia combinado de trazer o recurso. Há mais fatos por trás de toda essa história, mas, como disse, não vem ao caso agora.
Estou escrevendo aqui hoje pois acho um absurdo, concordando com a minha professora, um curso tão bem conceituado não ter disponível pelo menos um data-show para cada turma. A falta deste recurso gera tanta dificuldade para professores e alunos... remanejamento das datas de apresentações, trabalhos feitos com recursos menores (podendo prejudicá-los), ocasionar maior gasto para os alunos... Há tantas complicações que podem ser evitadas por simples mudanças, e não é porque pagamos caro ou porque é o curso de Comunicação Social que estou fazendo essa crítica, é por acreditar e desejar que a qualidade do curso pode subir com críticas construtivas.
O outro motivo que escrevo é em relação à professora, que não tem direito de xingar a minha classe da maneira como vem fazendo. Eu não entrei na faculdade para ouvir me chamarem de burra, ignorante e irresponsável, e acredito que meus colegas concordam comigo. A minha classe pode não ser a melhor nesses 30 anos do curso de comunicação social, porém somos pessoas que, por motivos distintos ou não, escolhemos o curso e a instituição para freqüentarmos e formarmos. Somos adultos o suficiente para saber como agimos, nos comportamos e realizamos nossos trabalhos acadêmicos, e todos aqui têm o intuito de formar-se comunicólogos e seguir a carreira da melhor maneira possível.
Os professores têm todo o direito e o dever de nos avaliar e nos orientar sobre como realizar tarefas e como ser bons profissionais, porém esta professora está abusando de sua autoridade como educadora e extrapolando os limites da decência. A minha intenção ao escrever nesta coluna não é apenas criticar, é para que os professores em geral, e não apenas essa de quem falo, tenham consciência que nós alunos desejamos uma relação amigável e de respeito mútuo, em um ambiente que tenha brincadeira e trabalho de forma integrada.
segunda-feira, 9 de junho de 2008
domingo, 1 de junho de 2008
Estribado
“Estribado, adj. Apoiado em estribos; apoiado em alguma coisa; (fig.) baseado; fundamentado.”
Assim se encontra no dicionário o significado do nome desse blog. Mas não sei se foi por isso que o escolhi, simplesmente gosto dele! Eu o vi pela primeira vez em uma lista de gírias usadas nos anos 80, pensei que daria um nome legal para uma banda, mas como não toco nada e canto menos ainda, guardei a idéia para outra ocasião. E ela finalmente chegou!
Resolvi criar esse blog porque estou começando a gostar de escrever, de verdade. E nada melhor e mais inútil (no bom sentido, é claro) do que ter onde expor meus artigos, minhas crônicas, dissertações e qualquer outro gênero existente por aí que me “dê na telha” escrever. Tenho que admitir que fui fortemente influenciada pela minha querida professora “Tia Bia” (sem puxação de saco!) a criá-lo, não que ela tenha me mandado fazer isso, mas acatei seu conselho para ver se começo a escrever decentemente. Falando nisso, vocês perceberão que escrevo incrivelmente mal e que isso aqui será um treino para mim, ok?
Ultimamente, tenho me orgulhado bastante de meus textos. Eles não estão bons ainda, mas melhoraram a ponto de expô-los. Tenho pensado em tantos assuntos interessantes! Adoro criticar as coisas que me incomodam e me basear em fatos do cotidiano para escrever. Você pode ter certeza de que sempre me basearei em algo muito importante: meus pensamentos. Eles são meus “estribos”, esse é o real motivo do nome (além do nome ser bastante escraxadinho, neh?).
Só para variar, achei esse texto um horror, e penso que podia tê-lo feito mais chique e bonito, mas não! Quero que “de cara” vocês percebam o nível e decidam se voltarão para ler os outros as próximas semanas. Mas, pensem o seguinte: a tendência é só melhorar, que tal?
P.S.: Comentários serão bem-vindos!
Assim se encontra no dicionário o significado do nome desse blog. Mas não sei se foi por isso que o escolhi, simplesmente gosto dele! Eu o vi pela primeira vez em uma lista de gírias usadas nos anos 80, pensei que daria um nome legal para uma banda, mas como não toco nada e canto menos ainda, guardei a idéia para outra ocasião. E ela finalmente chegou!
Resolvi criar esse blog porque estou começando a gostar de escrever, de verdade. E nada melhor e mais inútil (no bom sentido, é claro) do que ter onde expor meus artigos, minhas crônicas, dissertações e qualquer outro gênero existente por aí que me “dê na telha” escrever. Tenho que admitir que fui fortemente influenciada pela minha querida professora “Tia Bia” (sem puxação de saco!) a criá-lo, não que ela tenha me mandado fazer isso, mas acatei seu conselho para ver se começo a escrever decentemente. Falando nisso, vocês perceberão que escrevo incrivelmente mal e que isso aqui será um treino para mim, ok?
Ultimamente, tenho me orgulhado bastante de meus textos. Eles não estão bons ainda, mas melhoraram a ponto de expô-los. Tenho pensado em tantos assuntos interessantes! Adoro criticar as coisas que me incomodam e me basear em fatos do cotidiano para escrever. Você pode ter certeza de que sempre me basearei em algo muito importante: meus pensamentos. Eles são meus “estribos”, esse é o real motivo do nome (além do nome ser bastante escraxadinho, neh?).
Só para variar, achei esse texto um horror, e penso que podia tê-lo feito mais chique e bonito, mas não! Quero que “de cara” vocês percebam o nível e decidam se voltarão para ler os outros as próximas semanas. Mas, pensem o seguinte: a tendência é só melhorar, que tal?
P.S.: Comentários serão bem-vindos!
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